J
U
N
H
O
S
T
Q
Q
S
S
D
             
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

01/06
Papo Viajante
Santaigo de Compostela

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Nullam facilisis leo non massa lacinia sagittis quis sit amet sem

01/06
Papo Viajante
Santaigo de Compostela

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Nullam facilisis leo non massa lacinia sagittis quis sit amet sem

01/06
Papo Viajante
Santaigo de Compostela

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Nullam facilisis leo non massa lacinia sagittis quis sit amet sem

01/06
Papo Viajante
Santaigo de Compostela

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Nullam facilisis leo non massa lacinia sagittis quis sit amet sem

 
 
 

DESTINO DO MÊS

GRANADA, por Beto Conte

Em minha viagem pela América Central, Nicarágua seria apenas uma passagem entre as praias da Costa Rica e Ruínas Maias de Honduras. No percurso descobri a histórica Granada, uma cidade colonial com muito charme e beleza na conturbada Nicarágua. Ao lançar meu itinerário já descartara Manágua, nunca refeita de terremotos e dos estragos da Guerra Civil. Há uma hora de viagem da Capital, a cidade colonial de Granada, parecia uma boa pedida. A localização era cênica, aos pés do vulcão Mombacho e as margens do Lago Nicarágua.

Granada

Ao chegar em sua praça Central, sombreada e popular, rodeada pela Igreja e prédios de outros tempos, sabia que tinha vindo ao lugar certo. Granada, fundada em 1524 por Don Fernando de Córdoba, é Patrimônio Nacional, com todo seu centro histórico preservado.

No entardecer o povo sentado em cadeira de balanço nas calçadas em frente as casas, contribuem com a sensação que o tempo parou por aí.

No anoitecer se percebe que a cidade está viva e atenta com restaurantes e bares charmosos nos aconchegantes pátios internos do casario colonial. A sutileza da luz de velas, a noite estrelada e a tranqüilidade nos faz esquecer o ritmo que normalmente vivemos.

O mais prazeroso de Granada é o seu momento atual. Tem seu passado bem conservado e uma boa infra-estrutura para seus visitantes; sem ter ainda sido invadida pelo turismo de massa. A cidade já tem várias pousadas, hotéis e a “Hospedaje Central” que é o ponto de encontro dos viajantes, com seus dormitórios coletivos, boa música e comida. Como Cuzco e Kathmandu no passado, Granada vive seu momento “traveller”. Viajantes do mundo todo se deixam ficar pelo astral relax do lugar.

Foto 02

Europeus, Australianos e Norte-Americanos circulando pela América Central fazem uma escala por lá. Além disso, Granada é uma boa base para explorar as “isletas” e os vulcões Mombacho e Masaya.

As “isletas” é um arquipélago de centenas de ilhas vulcânicas no Lago Nicarágua, poucas ainda de pescadores. A maioria convertidas em ilhas particulares de lazer como a que pertenceu ao ex-ditador Antonio Somoza e a da Família Chamorro, do maior jornal do país.

Foto 03No parque Nacional do Vulcão Mombacho tem 5 crateras, inclusive a do vulcão Santiago ainda ativo.

Em Granada, tem um bom cyber café na “Casa dos Heroes” e na excelente pousada “Casa de Francia”. Prédios que lembram o período áureo da cidade que enriqueceu como porto comercial do Lago Nicarágua que tem acesso ao Oceano Atlântico através do rio S. Juan.

Independe dos espanhóis em 1821, o poder na Nicarágua do século XIX se alternava entre a rica e conservadora Granada e a Liberal Leon. A disputa diminuiu com a transferência de capital para Manágua, no meio do caminho entre as duas.

Hoje as Granada é a capital artística do país com o Festival de Gastronomia e Folclore que movimenta a cidade em março. Uma cidade que atrai pelo seu conjunto e seduz nos detalhes.

| Veja outros destinos |